Trecho de um livro:

20 abr

“Enquanto escrevo estas linhas, sinto-me imensamente triste.
A razão desta tristeza foi um adeus dolorido que tive que dar
para poder começar a viver meus próprios sonhos, em vez de
esperar que a outra pessoa o fizesse para mim.
Mais do que nunca, percebi que o amor deve significar liberdade,
não uma prisão. Então, hoje, decidi me libertar, determinada
a confiar em minha força interior, pois, afinal, sou uma mulher
inteligente, pronta para aceitar os erros que fazem parte da
vida de qualquer pessoa e a encará-los mais como um desafio
do que propriamente como enganos.
E agora, apesar da minha tristeza, experimento uma certa sensação
de glória, ao saber que sou capaz de vencer, simplesmente porque
sou eu mesma e porque sempre terei essa força interior, quando
eu rir, quando amar e quando precisar dizer adeus de novo.”

Tirei este trecho de um dos livros de romance que acabei de ler,
que são a minha paixão e que, pelo texto acima, não podem ser
considerados como uma “cultura (totalmente) inútil”…

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2 Respostas to “Trecho de um livro:”

  1. Rubens 20 de abril de 2005 às 15:55 #

    Não gosto de romances, mas tá valendo…

    Como diria o sábio Mário Quintana: “O maior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.”

    Então, é sacudir a poeira e seguir em frente, sempre…

    Bjocas

  2. Marcus Schevenck 20 de abril de 2005 às 16:20 #

    Poxa Karlota! vc tb tinha um blog e nem me avisou!! Valeus!

    Tb num comento mais.

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